Revendo meus post's, reli o de agosto onde falei um pouco sobre como amo. (Alô leitores (as) já estão sabendo que vem algo nessa temática por ai) E hoje quero compartilhar um pensamento que tive comigo mesma.
Como já sabem, amor/relacionamentos/paixões nunca foi minha prioridade. A Aline que via as "amiguinhas" do escola se interessando pelos meninos não se indentificava com aquilo, e só anos depois ela se apaixonou. (Pela menina do beijo no banheiro, quem lembra?) Não estou dizendo que eu não ter me entendido lésbica antes me impediu de me apaixonar e ter o pensamento de 7 anos atrás, é só uma breve explicação do motivo pelo qual não era uma prioridade ou algo de importância.
Agora com meus quase 23, lésbica e com vivências de alguém que já se apaixonou, penso com frequência em casamento. (Não, não estou noiva kkkkkk)
Comentei sobre em uma conversa, soltando a seguinte frase: "Será que alguém é capaz de me amar ao ponto de querer casar comigo?" Senti a indignação da pessoa através da tela do celular mas me questionei. Será que esse pensamento vai ser calado com uma mulher entrando de véu e grinalda ou termininho no altar?
Eu sei, sou muito nova para pensar nisso, eu tenho uma vida pela frente, preciso me amar primeiro e todas as outras frases que geralmente mãe e amigas dizem. Porém, de uns meses para cá, aprendi o que mereço, o que quero e o que não quero dentro de uma relação e a respeitar os processos. Apesar de estar solteira e novamente ressaltar que ainda estou na flor da idade, casar foi um tópico que me gerava dúvidas. Admito, depois de incertezas, sim, eu quero casar. Independente se for em uma igreja de forma tradicional ou em uma capela em Las Vegas a Aline que não dava bola para qualquer coisa que envolvia amor, hoje pensa em um apartamento, algumas plantas, um cachorro e uma mulher para chamar de minha.